Depois daquela noite, ao acordar em um outro lugar, com tantas maravilhas, silenciosas ruas que não se ouviam um murmúrio se quer...
Outra vida, distante daquele lugar, um emaranhado de alegrias espalhando-se em todos os lugares.
A brisa que lá está, guarda em cada folha que carrega, um novo olhar sobre aqueles seres que andam sem rumo entre ruas com edifícios mesclados de vida e de escuridão.
Faltam-se as fotos, se espalharam nos ventos da lagoa que abriga inúmeras maravilhas...Leve brisa que me faz suspirar e me trás um sonho onde a vida da gente se baseia em expectativas significantes. Marés que batem e se rebatem, trazendo notícias do outro lado...
Daquela janela a ponte passa, o trem já esta apontando do lado da armação de madeira, disposto a andar pelo meio, sem derrubar uma tábua se quer e o vento continua insistindo, não quer nos deixar. Folhas de papel voam para lá e para cá, sem fazer de sua atitude algo insuportável. O vento...aquele vento que carrega tudo. Se é que realmente carrega tudo, também que carregue, para bem longe, o ar ruim da alma, junto com as perturbações que não deixam dormir.
A cada hora que passa, a ansiedade aumenta. Precisamos tomar um rumo e dar o que temos de melhor.
As pessoas já estão lá, esperando o espetáculo que, a essas horas, já deve estar para se iniciar. Friozinho na barriga, uma leve memorização de tudo que é de fundamental importância ter na mente, a essas alturas. Os pés continuam no não, e dali não podem sair, pois não se pode vacilar.
O jogo já esta em andamento, não se pode perder o foco.
Desistir: não da mais.
Desistir: não da mais.
adoreiiii,desistir não dá mais...um caminho sem volta, e se volta tiver já não tem mais o mesmo destino...tudo muda, todos mudam e nós mudamos de lugar, porém não deixamos de ser nós mesmos, sem desistir jamais!!
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